Profissionais não possuem habilidades críticas para século 21, mostra estudo

mundo corporativo

Os profissionais da América Latina não possuem habilidades críticas para o século 21, na opinião dos empregadores. As empresas estão inseridas em um mercado globalizado e competitivo, fato que vem exigindo cada vez mais dos trabalhadores.

A constatação é de uma pesquisa realizada pela FedEX Express e pela Dell Inc., intitulada “Habilidades para competir: depois da educação secundária e a sustentabilidade empresarial na América Latina”, segundo a qual 97% dos pesquisados disseram que a globalização aumentou a necessidade por habilidades interpessoais.

Denominam-se habilidades interpessoais aquelas referentes ao pensamento crítico, à resolução de problemas e às habilidades para a vida cotidiana, importantes no dia-a-dia do trabalho para 76%, 73% e 72% dos entrevistados, respectivamente.

O estudo também mostrou que os alunos que hoje estão se formando nas faculdades, de maneira geral, não possuem essas competências comportamentais, o que é um fator prejudicial para a carreira.

Outras habilidades

Entretanto, especialmente para as pequenas empresas, o estudo mostrou que “habilidades específicas” como múltiplos idiomas, proficiência em tecnologia e ciências, engenharia e matemática ainda foram selecionadas como competências que serão importantes daqui a cinco anos.

“Para competir em uma força de trabalho global, latino-americanos devem desenvolver habilidades como pensamento crítico e resolução de problemas, além de conhecimentos tradicionais, como ciência e matemática”, explica o diretor-geral da Dell Brasil, Raymundo Peixoto.

O desafio para as empresas latino-americanas, para atender às demandas do novo ambiente de negócios global, reside no treinamento das pessoas em habilidades técnicas (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e interpessoais (pensamento crítico, resolução de problemas e habilidades para a vida).

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