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Bases, comportamento e sucesso

terça-feira, maio 12th, 2009
Os “cases” de sucessos profissionais estão sempre sendo alavancados pela solidez das bases pessoais, e mais do que conhecimento, entendimento e uso, o grande diferencial vem do lado ativo que consegue acionar a roda para que sua rotação atinja a capacidade de produzir aquilo que estamos pensando.
Toda insegurança é no fundo decorrente da ausência de um plano que guie na direção dos sonhos, pois afinal no resumo dos negócios, mesmo quando estruturamos adequadamente nossos dias seguintes, temos como principal desafio, o de fazer cumprir o que traçamos e nisso mais do que seguir a rotina, dependeremos de mentes de bem com a vida para o
exercício diário e o enfrentamento das variações que temos que exercer para as superações.
Não se mede sucesso pelo volume dos resultados, mas pela felicidade quando o mínimo conquistado já nos faz valer uma festa todo dia. Assim o maior termômetro indicador da nossa satisfação vem da forma estruturada do como absorvemos o lado positivo do que enfrentamos, entendendo sempre que as coisas ruins para que sejam substituídas sempre vão depender do tempo e preparação de um clima que justifique a própria iniciativa pela mudança.
Nesse sentido é fácil pensar o quanto é importante o nosso encontro interior, para que possamos ter um casamento sustentável entre o que visualizamos como futuro e o acumular de energia para a solidificação dos valores que deveremos conter, e assim rechear de razões para justificar o
quanto da importância da inovação dos dribles para que a bola resulte em gols.
O comportamento humano é a chave de êxito para a condução das ações e conquistas de resultados, ao longo das dificuldades normais encontradas nos percursos das nossas atividades.

O poder da solução desse equilíbrio, que adicionados ao tempo e esforço dedicado a rotina operacional, está nos espaços que devemos reservar pela buscas dos restabelecimentos dos adicionais do prazer e positivismo. Afinal em comum, nosso negócio é viver com amplitude e para tanto temos que gerar respostas que qualifiquem as relações com entendimento, transparência e energia em adição a lógica e a precisão das nossas atitudes.
Sérgio Dal Sasso

Marco Stefanini – Fundador da Stefanini IT Solutions

quarta-feira, maio 6th, 2009

Entrevista concedida ao repórter Carlos Eduardo Valim

São Paulo, 1 de outubro de 2008 – Um dos mais ativos empresários brasileiros nas discussões sobre os rumos e iniciativas do setor de tecnologia da informação, Marco Stefanini está otimista. Apesar de a meta governamental de exportação de software para 2007 de atingir US$ 2 bilhões ter ficado pelo caminho, ele acredita que o País chegará a esse volume em 2009, com dois anos de atraso, mas de modo que não prejudique muito o futuro do setor, porque a partir de agora as empresas podem multiplicar a receita externa.

A meta atual do governo, estabelecida em 2007, com o lançamento da política industrial, prevê US$ 3,5 bilhões em software e serviços em 2010, mas Stefanini já conta com o próximo passo, atingir os US$ 5 bilhões.

Parte do otimismo se explica pelo momento da empresa da qual é fundador, a Stefanini IT Solutions, que deve chegar à receita próxima de R$ 500 milhões, com 22% vindo do exterior, segundo Stefanini. Ela chegou a ser considerada uma das dez melhores terceirizadoras de serviços de TI do mundo pela publicação ‘The Black Book of Outsourcing’, ao lado de gigantes americanas como IBM, Accenture e Unisys, e das indianas Satyam, Infosys e Wipro.

Gazeta Mercantil – O mercado de serviços de tecnologia no Brasil vem se consolidando. Vários dos competidores estão comprando empresas, se fortalecendo em novas áreas. Qual será a posição da Stefanini?

Marco Stefanini – Nosso mercado é muito pulverizado. Mais do que uma tendência já é uma realidade que ele vem se consolidando, de forma gradativa. Por ser muito pulverizado, nunca vai ser um mercado de dois ou três players. E nos colocamos claramente como um consolidador. O governo estabeleceu em tecnologia o interesse de ter duas ou três grandes empresas com faturamento acima de R$ 1 bilhão, e nos posicionamos para sermos um deles.

Essa meta de ter grandes grupos compreende não só empresas de serviços, mas também as que vendem software pronto. Não é uma meta conservadora?

Eu tenho a visão otimista de que, software somado a outras áreas vai levar, em dois anos, a três ou quatro empresas acima de R$ 1 bilhão. Então há um espaço não muito grande que podemos ocupar se fizermos a lição de casa.

GZM – Qual é a previsão de faturamento da Stefanini?

Marco Stefanini – Vamos chegar próximo de R$ 500 milhões, sem contar aquisições, um crescimento de cerca de 30%. Temos média de expansão de 25% no últimos sete anos. Conforme você vai crescendo, a dificuldade de manter essas taxas é maior. Em patamar mais elevado, tem-se de defender posição. Você perde contrato, tem que defender contrato, há sempre alguém atacando sua base de clientes. Não somos os únicos a atacar os outros. Mas queremos triplicar o faturamento. Em 2 anos, a meta é R$ 1,5 bilhão de receita.
GZM – Como poderão chegar a isso? Farão aquisições, aumentarão exportações?
Marco Stefanini – Queremos manter a mesma taxa de crescimento orgânico, de 25% a 30%, e a diferença deve vir de aquisições. As operações internacionais crescem bem mais, até porque são menores. No México e Estados Unidos, crescemos a ritmo de 50% por ano.

GZM – A variação do dólar nas últimas semanas preocupa?

Marco Stefanini – Eu aprendi que tenho de fazer minha lição de casa. O dólar um pouco mais alto ajuda na exportação de serviços. A relação de 1 dólar a 1,6 real prejudica muito. Se ficar numa faixa de 1,80 a 2 ajuda bem, apesar de ainda ser baixo em relação à que já tivemos, de 2,50 a 2,80. Por outro lado, ele encarece um pouco as aquisições e queremos comprar empresas no exterior. Tudo na vida se perde de um lado e ganha de outro. Mas não são mudanças drásticas. O preço não fica inviável para comprar e, por outro lado, meu preço não fica imbatível para exportação. Só melhora um pouco e piora um pouco.

GZM – Há uma visão geral no setor de que a inclusão de software na política industrial não se traduziu em concessão de benefícios que realmente impactem nas metas do governo para exportação, qual sua opinião sobre isso? A redução do INSS em relação apenas ao porcentual exportado é suficiente?

Marco Stefanini – O único item (dos anunciados na política industrial) que foi vetado foi o benefício fiscal para quem faz treinameno de pessoas, mas vamos lutar por ele. A redução de INSS em relação só a exportação, é favorável, mas não vai fazer uma diferença enorme. Porém, é a primeira vez que algum governo observa a nossa área de serviços de tecnologia. Ele começou a entender como funciona e nos prestigia. Entende que é um estímulo para a área, como um primeiro e ótimo passo.

GZM – Pode-se dizer que o governo e as pessoas responsáveis pela área nos ministérios já entendem seus entraves e importância?

Marco Stefanini – Houve avanço brutal em relação a três ou quatro anos atrás. Não vou dizer que domina, mas já têm uma noção. Começam a entender que existe, que isso é importante. Tivemos outro dia uma reunião com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. E temos o trabalho individual de cada empresa. Como tudo, se conquista depois de um longo período. Ainda estamos no começo. Mesmo as exportações não sendo muito altas, há cinco anos o Brasil vendia US$ 100 milhões fora e hoje já passa de US$ 1 bilhão. A meta de US$ 5 bilhões é factível. Acho que ainda não é o que almejamos, mas temos de valorizar esses passos.
Há pouco tempo não parecia factível chegar a US$ 5 bilhões. O Brasil ficou longe de alcançar a previsão feita em 2004 de que chegaria a US$ 2 bilhões no ano passado.Não atingimos na data mas chegaremos no próximo ano. Houve atraso. Mas para quem saiu de US$ 100 milhões há cinco anos, pode ser 20 vezes mais em 2009.

GZM – A Stefanini implementou um plano de governança e se preparava para fazer uma abertura de capital. Houve uma mudança de planos com a crise financeira?

Marco Stefanini – A nossa estratégia continua a mesma, mas a tática tem de variar porque não somos uma ilha, fazemos parte do mundo. A nossa estratégia é ser uma empresa global, com forte presença nos quatro continentes, com clientes globais, e a curto prazo, em dois anos, no máximo três, triplicar a empresa. Mas temos de nos adaptar. O nosso modelo inclui governança, operações internacionais, assim como a questão de aquisições. A abertura de capital (IPO) é uma etapa do processo, para ter um fluxo financeiro. Só que temos uma vantagem, que pode ser grande na crise financeira. De todas as nacionais do setor, temos a melhor saúde financeira. Não temos uma dívida. Não temos ainda nenhum sócio investidor. Então possuímos uma capacidade de investimento, de fazer aquisições, sem a necessidade de fazer IPO. No momento em que o mercado abrir, vamos incluir o IPO no caminho, porque faz parte do nosso plano. Mas se vai levar seis meses ou dois anos não sabemos. O mercado vai decidir.

GZM – Nem a entrada de um sócio seria necessária?

Marco Stefanini – Nos próximos 18 meses, não. Dependendo da situação hoje, talvez a avaliação que um sócio faça nao seja tão boa, porque o mercado não está bom. Se avalia uma empresa por sua estrutura, pelo que ela é, e nesse caso estamos numa condição boa, mas também se avalia pela condição do mercado. E o ideal é você pegar as duas condições boas. Então não temos urgência. E a nossa oferta, diferente dos nossos concorrentes que vendem 50%, 60%, 70% da participação, a um fundo de investidores, vai ser de no máximo 15%, até por não precisarmos tanto de capital. A situação dos nossos concorrentes não é tão favorável financeiramente quanto a nossa.

GZM – O volume de negócios é que dá essa condição de comprar sem recursos externos?

Marco Stefanini – Mais do que volume é a nossa história. Nunca tivemos um ano inferior ao ano anterior, sempre crescendo e sempre lucrativo. Não são margens altas, mas a situação é sempre bem estável, que não é o padrão do mercado. Então há um resultado acumulado.

Gestão da diversidade.

quinta-feira, abril 30th, 2009

A diversidade é uma das palavras de ordem na empresa moderna, entendida como o estilo estrutural da organização que representa alto valor estratégico e elemento de competitividade. No âmbito interno, a convivência de talentos diversos contribui para aumentar a criatividade, melhorar a qualidade do ambiente interno, humanizar as relações e ampliar a massa de conhecimentos e experiências da empresa. Tudo isso, certamente, melhora a produtividade e a competitividade. No plano externo, a prática da diversidade fortalece a imagem e a reputação das empresas e as marcas.

Mas os benefícios de uma gestão de talentos com base em sólida política de diversidade vão muito mais além. As empresas que colocam em prática essa política têm capacidade de conhecer melhor o mercado, as exigências e as necessidades de diferentes públicos e oferecer atendimento personalizado. Mais: são empresas que enfrentam melhor os desafios da globalização, das fusões e aquisições e das turbulências do mercado, como a atual crise econômica. Portanto, a política de diversidade não é apenas uma questão de responsabilidade social, de inclusão social de minorias ou de pessoas com deficiências ou realmente diferentes, em termos de idade, religião, cultura e preferências. Ela torna-se, cada vez mais, um componente da sustentabilidade e perenidade do negócio.

Na realidade, toda empresa abriga pessoas com diferentes personalidades e estilos de comportamento, o que pode ser tanto fonte de conflitos e dificuldades de relacionamento, como pode ser também uma fonte de oportunidade. O que faz a diferença é a forma de gestão desses talentos.

Existem metodologias para diagnosticar as diferenças, ajudando o profissional a entender melhor sua própria personalidade e a dos outros, assim como auxiliar a empresa a gerenciar essas diferenças, canalizando-as para a obtenção dos objetivos e sucesso do negócio. Um desses métodos é o Mare, criado por Roberto Coda, da USP e do IBmec, que já foi aplicado em mais 3 mil gerentes de grandes empresas brasileiras e subsidiárias de multinacionais. Na época, o levantamento mostrou, por exemplo, que 42% dos executivos se enquadravam no perfil de mediadores, 24% eram receptivos, ou seja, costumam reconhecer, valorizar e investir nas pessoas, 18% eram empreendedores e 16% classificavam-se como analíticos, ou seja, priorizavam o planejamento, a organização e o controle.

É óbvio que a empresa precisa de todos esses perfis. Mesmo um profissional com tendência ao individualismo, introvertido e com dificuldade de trabalhar em equipe pode ter outras capacidades importantes para o sucesso da empresa, como o gosto e a obstinação pela pesquisa, que leva à inovação. Um perfil clássico do cientista de laboratório, que interage menos com as pessoas que o profissional de marketing, por exemplo.

Para integrar todos esses talentos, a empresa precisa adotar uma política e incentivar práticas que favoreçam a integração e a colaboração sem, contudo, sacrificar – pelo contrário deve-se valorizar – as características individuais.

“Menos eu. Mais nós” (ou, para quem não abre mão do Inglês, “less me, more we”) virou um emblema corporativo que, segundo o senso comum, significa que as pessoas devem sacrificar o individual em favor do coletivo, do trabalho em equipe. Mas é um conceito falso. Os indivíduos só contribuirão para o coletivo se forem valorizados, fortalecidos, se tiveram suas capacidades e habilidades reconhecidas. E o coletivo só será forte se os indivíduos forem fortes. A frase correta, portanto, seria “mais eu, mais nós”, “more me, more we”.

Portanto, promover a diversidade significa ter capacidade para reconhecer, valorizar e, em alguns casos, fortalecer as diferenças e talentos individuais e colocá-las a serviço de objetivos comuns. As empresas estão aprendendo que, ao incentivar a diversidade, podem ser mais criativas, enriquecer seu conhecimento e suas experiências e aumentar suas vantagens competitivas.

Em relação à inclusão social ou política de cotas, o desafio das empresas não é apenas cumprir as determinações da Lei 7.853/89 e do Decreto 3.298/99 – e mesmo ir além delas -, mas, sobretudo, treinar e capacitar as pessoas para que cresçam profissionalmente e sejam úteis à corporação. Assim, as empresas estarão cumprindo sua responsabilidade social e agregando valor ao negócio.

http://imasters.uol.com.br/artigo/12603/tendencias/gestao_da_diversidade/


Inovar, ousar e reinventar-se, todos os dias

terça-feira, março 31st, 2009

Você está contente com a sua evolução profissional? Está satisfeito com o desempenho da sua organização? Tem notado empresas crescendo enquanto outras definham? Tem acompanhado nações que evoluem mais que as outras? Por que e como será que essas coisas acontecem?
Recentemente, tive que renovar o meu visto de entrada nos Estados Unidos.

Não sei a razão, mas eles pediram para eu relacionar todos os países que eu visitei nos últimos dez anos. Dai percebi que havia uma ótima oportunidade para eu ir um pouco além e descobrir quantas visitas ao exterior eu fiz e refletir sobre o que isso contribuiu para a minha formação.

“As pessoas eficazes não vivem voltadas para os problemas, elas vivem voltadas para as oportunidades. Elas alimentam oportunidades, e deixam os problemas ´morrerem de fome´”. Peter Druker

A reflexão revelou alguns aspectos que eu não havia dado conta. Por exemplo, desde 1982, só pra os Estados Unidos, fiz mais de 30 viagens. Mas por que achei esse dado relevante? A maior parte das viagens que fiz foi a trabalho e eu sempre admirei a capacidade de criação, inovação e implementação do povo norte-americano. Chama atenção como eles são práticos e valorizam os pequenos detalhes que em médio e longo prazo se transformam em grandes realizações.

Quase sempre faço vôo noturno para chegar bem cedinho na terra do Tio Sam, onde quase sempre, chego antes das seis horas. Dai a primeira coisa que faço é ir ao toalete do aeroporto para cuidar de minha higiene pessoal.

Aquele banheiro de avião mais parece lugar para passarinho tomar banho.

Normalmente, encontro novidades: a saboneteira que mudou o formato, a torneira com uma nova função, o secador de mãos que a gente fica sem saber como usar, o sistema hidráulico cada dia mais sofisticado etc. Dessa vez, eu cheguei a comentar com uma cara que estava meio sem graça por não ter encontrado, de pronto, o funcionamento da torneira. Os fabricantes desses apetrechos parecem disputar para ver quem cria algo mais complicado só para “fazer pegadinha” com a gente.

“Aquilo que insistimos em fazer torna-se fácil – não que a natureza da tarefa tenha se modificado, mas nossa habilidade para realizá-la aumentou” Emerson Esse é apenas um exemplo. Quando você adentra no país e aluga um apartamento e um carro, como costumo fazer, visita uma loja ou mesmo um shopping center, vai logo descobrindo que muitos pequenos implementos fazem uma enorme diferença. Os automóveis, por exemplo, apesar de serem fabricados por empresas globais por aqui, sempre têm algo a mais, como a empunhadura do volante mais confortável, um alarme que soa quando o carro se próxima de algum objeto, acabamento mais cuidadoso e por ai vai. E, se você volta um ano depois, vai comprovar que algo mudou. É fato que todas essas e outras pequenas novidades somadas farão uma enorme diferença ao final de cinco anos.

É mais ou menos como tentar comer um cordeiro assado de uma só vez. É provável que vamos descobrir que é muito difícil. Mas se colocarmos ele aos pedacinhos no palito acompanhado com cerveja gelada em dia de lazer e calor extremo a história pode ser outra, não é mesmo?

“Tudo que somos é resultado do que pensamos” Buda (562 a.C – 483 A.C)

É verdade que quem inova normalmente o faz aos poucos, não se importando muito com a visão do todo. As coisas vão acontecendo step by step. É como se pagássemos um caro para dirigir à noite do Rio para São Paulo. Sabemos para onde vamos, mas somente conseguimos enxergar o que o farol é capaz de iluminar. Ou seja, uns trinta metros à frente. O suficiente que precisamos ver. Assim, de trecho em trecho, percorreremos a distância que quisermos.

Porém, muita gente acredita que precisa enxergar o percurso por inteiro.

Mas por que será que essas coisas acontecem desse jeito? Competitividade talvez seja uma boa resposta. É preciso inovar na produção, no marketing e na prestação de serviços para garantir o lucro. A lógica do modelo de gestão empresarial norte-americana, por exemplo, parte do princípio de que a margem deve ser minimizada enquanto o volume maximizado. A um observador menos atento poderia parecer ao contrário: que as inovações proporcionariam margens maiores – o que não seria nenhum absurdo. Será mesmo que há alguma relação entre inovação, desenvolvimento e lucro? Se recorrermos ao magnífico livro “A Riqueza das Nações” de Adam Smith, vamos constatar que: “ao contrário de aluguéis e salários, o nível de lucro não sobe com a prosperidade nem cai com as depressões da sociedade. Ao contrário – ele é naturalmente baixo em países ricos e alto em países pobres, e é sempre mais alto nos países dirigindo-se rapidamente para a ruína”.

Até aqui, essa parece ser a receita que está funcionando… mas inovar é sempre preciso. Pense nisso e ótima semana.
Evaldo Costa

Ser popular é sinônimo de sucesso profissional?

sábado, março 14th, 2009

Simpáticos, receptivos, bem-humorados, felizes, essas são algumas características de um profissional popular. Mas será que popularidade é sinônimo de sucesso?

Para o gerente de relacionamento da RH Info, consultoria em recursos humanos, Koan Song, o sucesso de uma pessoa popular na carreira depende fundamentalmente da função exercida.

“Em algumas funções, a popularidade da pessoa é mais exigida e, por isso, torna-se evidente, como secretárias, assistente de marketing, gerente comercial, entre outras. Já em outros cargos, essa popularidade é indiferente, como, por exemplo, operadores de telemarketing”.

BenefíciosDe acordo com Song, o profissional popular pode tornar o ambiente de trabalho mais alegre, além de facilitar os diálogos entre os membros da equipe.

O profissional se destaca na sua área de trabalho a partir de três vertentes: um bom grau de relacionamento, formação acadêmica e experiência na função exercida. Pesquisas indicam que em torno de 30% das demissões são decorrentes de aspectos de ordem pessoal e da ausência de um bom relacionamento entre as equipes de trabalho”.

Song ressalta também que uma pessoa popular nem sempre possui um bom relacionamento. E, por outro lado, quem tem facilidade e bom relacionamento pode não ser popular.

Segundo Song, a popularidade em excesso também pode atrapalhar uma carreira. “Considerando a popularidade como sendo o fator que torna uma pessoa amigável e simpática, há algumas situações em que ela é prejudicial, como, por exemplo, todos os ambientes nos quais são exigidos um trabalho mais individualizado, como em uma central de atendimento, em que a conversa ou intromissão no serviço atrapalham”.

Dicas Para não cometer gafes e para se tornar uma pessoa popular na carreira, Song destaca que basta seguir as principais normas de um bom relacionamento:

Comportamento Pessoal – Sempre antes de tomar alguma atitude, procure se colocar no lugar dos outros;

Comunicação – É importante saber ouvir e falar de forma clara e objetiva;

Inciativa – Tenha iniciativa em desenvolver mais ações, mas sem prejudicar as atividades dos seus colegas de trabalho.
Luana Cristina de Lima Magalhães – InfoMoney

Equilíbrio emocional é preciso!

terça-feira, março 10th, 2009

Em meio ao mundo em que vivemos, torna-se de fundamental importância ter a consciência de que obstáculos sempre irão existir. Sem estes, talvez a vida não tivesse o menor sentido; porém, devemos ter a sabedoria de conduzi-los e resolvê-los, mantendo certo equilíbrio emocional, para assim conseguirmos enxergar uma “luz no final do túnel”, buscando desta forma, meios para solucioná-los.

É decisivo perceber que, se o profissional perde o equilíbrio emocional diante dos “entraves” que a vida possa lhe oferecer, além de se sentir sem força interior para enfrentar tais problemas, sua mente estará literalmente bloqueada, impedindo-o de pensar, raciocinar e analisar tal questão; logo, dificilmente, o problema será resolvido.

Todavia, é esperado que, mesmo em meio às “tempestades” da vida, seja necessário que o nosso profissional em questão tenha total controle sobre suas ações e reações, pois uma “turbulência” vivenciada pode não apenas lhe abater, mas derrubá-lo, neste mercado marcado pela competitividade.

Equivale salientar que, ter a sabedoria de como lidar com os problemas, pessoas, pressões, prazos e metas constituem hoje um grande desafio.

Em adição, o profissional do século XXI deverá ter a sabedoria de enxergar a linha tênue que separa a sua vida pessoal da sua vida profissional e assim tentar a todo custo manter o equilíbrio emocional, mesmo em meio ao emaranhado de exigência do mercado. Procedendo assim, ele evitará futuros transtornos no que tange à sua saúde, pois sabemos que o ser humano é um ser bio-psico-social. Pensando assim, sua saúde dependerá não somente de seu estado físico, mas dependerá e muito do equilíbrio entre o seu pensamento e do seu estado emocional.

Diante do exposto, torna-se imprescindível que o profissional dedique um tempo para meditar e analisar a situação em que se encontra. Desta maneira, irá alcançar não somente o autocontrole, mas tomará consciência da verdadeira situação, sem fazer “tempestades em copos d’água”; por conseguinte, descobrirá com tamanha facilidade o caminho que irá conduzi-lo à resolução dos problemas vivenciados.

Fundamental é fazer um trabalho de imersão, de forma a repensar a situação vivenciada para identificar as possíveis falhas, reconhecer e identificar os possíveis erros e acertos, tornando esta postura de certo modo obrigatória quando se deseja saber não somente qual o caminho a percorrer, mas principalmente, onde, quando, como e o porquê do caminhar. Esta reflexão permite ao profissional um direcionamento bem como a realização de um planejamento e projeção do que se deseja implementar.

Isto posto, é importante compreender que autocontrole e maturidade andam de mãos dadas. Todos os nossos comportamentos e atitudes são norteados pelo autocontrole quando se tem certa maturidade; logo, obtém-se o equilíbrio emocional em meio a quaisquer circunstâncias da vida.

É sabido que, quando o profissional se encontra em meio a uma turbulência, o mesmo tende a se desesperar e a incorporar uma auto-imagem negativa, com uma visão de mundo, além de extremamente sombria, pessimista. No entanto, é importante salientar que esta negatividade tende a contribuir somente para conduzi-lo a um verdadeiro caos.

Desse modo, a saída será ter uma visão realista, encarando a vida de frente e com total equilíbrio emocional, sendo muitas vezes até nocauteado, mas acima de tudo autoconfiante, procurando fazer de cada entrave um degrau para sua subida, retirando assim grandes lições de tudo que lhe acontece, não se deixando abater pelos acontecimentos inesperados e tidos inicialmente como ruins.

Resta então claramente demonstrado, que competência profissional sem equilíbrio emocional, não é satisfatória para o mercado de trabalho. Há que se prezar pelo equilíbrio emocional se é desejo pelo menos sobreviver em meio à selvageria deste mercado atual.

Destarte, enfatizamos dizer que seu sucesso profissional, além de sua capacidade intelectual, está atrelado ao seu equilíbrio emocional. A maturidade, o autocontrole, o autoconhecimento, a empatia, a simpatia, a autopercepção, a sensibilidade, o equilíbrio emocional, a capacidade de se adaptar, a capacidade de não apenas saber lidar com as pessoas, mas de saber liderar, saber trabalhar em equipe, são características que merecem destaque em qualquer profissional do século XXI.

Por fim, ressaltamos que o profissional que possui equilíbrio emocional sabe muito bem administrar suas emoções, e de forma otimista atua como um verdadeiro intra-empreendedor, trabalhando na empresa do outro como se a empresa fosse sua, tendo muita iniciativa e entusiasmo em sua função, contribuindo sobremaneira para com o desenvolvimento e crescimento da empresa.

O vendedor empreendedor

segunda-feira, março 9th, 2009

Para ser um vendedor empreendedor, você não precisa abrir, necessariamente, o seu próprio negócio. Ser um vendedor empreendedor é ter posturas e atitudes empreendedoras. Significa que você pode ser um vendedor empreendedor dentro da sua casa, na empresa em que trabalha, na sua comunidade, com o seu grupo de amigos, e em vários outros lugares.

Para você ter essa postura empreendedora e ser um vendedor em constante aprendizado, basta você usar e abusar da sua criatividade. É ela quem lhe ajuda a desenvolver essa autonomia. Crer que você já possui essa capacidade criativa é um grande passo. Após isso você só precisará saber quando será necessário utilizá-la, e contar sempre com ela naqueles momentos em que você busca soluções para determinados problemas.

Ter idéias criativas é o mesmo que ter organização e boa análise dos acontecimentos que estão ao seu redor. É estar em sintonia com o universo.

Você sabe como anda a sua criatividade?
Consegue ter pelo menos uma idéia diária?
O que você faz para alimentar seu processo criativo?
Já reparou em que condições e momentos você tem as melhores idéias?
Essas idéias são utilizadas única e exclusivamente no trabalho ou são aplicadas na sua vida pessoal?
Você compartilha suas idéias com outras pessoas?
Sabe o que é Brainstorming?

Estou fazendo perguntas demais? Mas foram propositais, para que você perceba que o primeiro passo a tomar, para incrementar o seu processo criativo, é questionar-se, analisar as informações de que dispõe, mudar de postura e abrir a mente. Estimule-se a ter idéias que possam trazer melhorias seja para as suas relações pessoais, seja para a sua qualidade de vida. Ser criativo é ser inovador, portanto, não siga fórmulas de sucesso.

Procure pensar em fazer o que ninguém fez ainda. Ouça e converse bastante, isto estimula a criatividade. Você pode encontrar boas fontes de informação e conhecimento em revistas, livros, na Internet e em jornais. Você também pode despertar a sua criatividade a partir da análise desses conteúdos.

Outra boa dica é armazenar as idéias que você não utilizou para desafiar seu processo criativo a aperfeiçoá-las. Faça também um arquivo de assuntos do seu interesse e da sua área de atuação e, sempre que puder, procure ler esse material para lhe despertar novas propostas.

BRAINSTORMING – UM EXERCÍCIO DE CRIATIVIDADE

O brainstorming – também conhecido como “tempestade cerebral” ou “tempestade de idéias” – é um método que proporciona um grande número de idéias, alternativas e soluções rápidas.

É também um excelente exercício de debate criativo e inovador. Ele possibilita um grande uso da criatividade, que é uma ótima forma para encontrar soluções e tomar decisões. Assim, através da criatividade e da inovação é possível criar condições de sobrevivência às mudanças que nos atingem tanto no universo profissional quanto no pessoal.

As empresas americanas têm por hábito estimular a prática do brainstorming com seus colaboradores para idealizar cenários de futuro, ou seja, projetar os negócios alguns anos ou décadas na frente, para encontrar soluções para produtos, vislumbrar o perfil e as exigências dos clientes, entre outras questões.

Você pode utilizar essa técnica na empresa em que trabalha. Assim você exercita o intelecto e a criatividade e mantém um fluxo permanente de idéias. Sem contar que é um excelente exercício para projetar os cenários de futuro dos negócios de sua empresa, o que, conseqüentemente, possibilita ações de investimento e de precaução e prevenção de riscos.

Por exemplo: Forme um grupo de pessoas para que cada um exponha sua idéia sobre um determinado assunto. Não se esqueça de incentivar a participação de todos. Juntos vocês encontrarão ótimas oportunidades para fazer planejamentos de negócios, estratégias e ações, e criar novos produtos e metodologias. O importante é deixar que todos sintam segurança e liberdade para expor suas idéias, inclusive, de maneira desordenada, sem se preocupar se elas são possíveis ou não. A associação de várias idéias pode culminar na solução do problema, necessidade ou dificuldade em debate. Quanto mais idéias, melhor!

Você também pode fazer esse exercício sozinho sobre sua carreira, sua vida pessoal. Levante hipóteses como, por exemplo: o que você faria se tivesse a sua própria empresa ou o que você faria se tivesse um funcionário como você? Você pode também estabelecer cenários de futuro, ou seja, projetar o cenário em que trabalha ou vive para os próximos 10 anos, por exemplo.

Esse incentivo à criatividade extrai boas idéias e boas soluções tanto para os negócios quanto para a sua própria vida, e é uma grande arma para os momentos, que não são poucos, de crise e pressão.

Quem usa (o cérebro), ousa!
Por Leila Navarro

O que é ter uma carreira sustentável?

quinta-feira, março 5th, 2009

Frequentemente abordada na mídia e nas reuniões de empresas, a sustentabilidade faz parte do sonho de muitas instituições. Porém, tal conceito também precisa ser aplicado na sua carreira. Diante disso surge a indagação: afinal, o que é ter uma carreira sustentável?

De acordo com a sócia-diretora e coordenadora da Trevisan Consultoria, Iêda Novais, ter uma carreira sustentável é transpor os conceitos de uma empresa responsável, ou seja, promover um equilíbrio, mental e ambiental no seu cotidiano.

“A realidade é que hoje o profissional deve cuidar da sua própria carreira, mas em sintonia com os valores éticos, as crenças e a missão da organização para a qual está trabalhando”.

O que fazer?

Para Iêda, a estabilidade emocional é uma das características fundamentais que o profissional sustentável deve ter.

“O mercado cada vez mais exige um profissional com os seus valores pessoais ligados ao seu conhecimento. A pessoa precisa estar alinhada com a empresa. Por exemplo, se você acredita que fumar prejudica a saúde das pessoas, automaticamente, terá restrições a uma indústria de cigarros”.

PerfilComo deve se comportar um profissional sustentável? Quais são os seus principais diferenciais diante dos outros colegas de trabalho?

Segundo Iêda, há algumas características essenciais para quem almeja ter uma carreira sustentável. Veja a lista abaixo:

Ser bom no que faz;
Priorizar a sintonia entre seus valores pessoais e os da empresa;
Manter a estabilidade emocional, mesmo diante de situações adversas;
Desenvolver o papel de liderança;
Ser capaz de adaptar-se à novas culturas;
Mostrar o lado operacional bem desenvolvido;

Os desafios

Iêda afirma que a adoção de uma conduta sustentável será possível por meio do desenvolvimento das competências de cada um, ocasionando o advento de equipes flexíveis, com colaboradores mais autoconfiantes, gerenciáveis por si própios e com enorme capacidade de atualização.

Os desafios do profissional sustentável incluem pensar e agir em um contexto global, ampliando o propósito das corporações para além dos resultados financeiros e evidenciando a ética. Já para as empresas, a meta será valorizar as pessoas por meio da retenção de talentos.

Motivos para seu sucesso

domingo, fevereiro 22nd, 2009

A motivação é uma mola propulsora para termos determinadas atitudes diante da realidade. Todos nós somos movidos por forças vindas de diversas fontes, que influenciam o modo como nos posicionamos no mundo.

Alguns são movidos apenas por pressão, isto é, somente tomam atitudes e posições se acurralados pelo medo de serem penalizados. Eis um exemplo prático para esse comportamento: um profissional que só faz bem seu trabalho se pressionado pelo receio de ser demitido. Outros são movidos principalmente pela espera de uma premiação, o que caracteriza um comportamento sem iniciativa, porque nesse caso o profissional não só espera como prioriza por diferentes tipos de gratificação, recompensa financeira, prêmios ou meros elogios por seu trabalho. Em ambos os casos – de pressão e de premiação – a pessoa obtém sua motivação por forças externas. Porém, há ainda uma motivação de força interna: a auto-motivação. A pessoa que se concentra em sua auto-motivação recebe um estímulo interno para realizar seu trabalho. Esse estímulo é uma espécie de paixão, aliada a uma vontade de crescer e de se aprimorar não só no âmbito profissional, mas por toda sua vida.

Poderíamos dizer que a auto-motivação é resultado de uma equação básica, mas complexa, que pode ser aplicada em toda a sua vida: sua consciência mais sua auto-estima mais sua iniciativa. É essa fórmula com a qual, acompanhada de todo o seu aprimoramento pessoal e profissional, você pode alcançar seu foco. Mas, vamos esmiuçar essa fórmula – que, aliás, não deve ser interpretada como pura matemática, mas como uma combinação de fatores que influenciam cada fase de sua vida.

A auto-motivação se inicia com um processo de auto-conhecimento. Tendo conhecimento de quem você é, do que você quer, do que você pode, de até onde você pode ir, você tem plena consciência de sua identidade e de seu potencial. Em diversas esferas de sua vida e, no caso, principalmente, no contexto profissional, com a consciência de si, você poderá identificar com mais facilidade os pontos em que é realmente bom e os campos em que ainda deve se aperfeiçoar. E, cultivando sua consciência, você alcançará um “estado de presença” contínuo, o que significa que você estará consciente em cada palavra que proferir, em cada pensamento que tiver e em cada gesto que fizer.

Além da consciência de si, você deve valorizar ainda sua auto-estima. É importante salientar que a auto-estima está intimamente relacionada ao processo de auto-conhecimento. Uma pessoa que se conhece é alguém que sabe se dar o devido valor. É alguém que se ama, que se cuida, que busca crescer no trabalho, na vida particular, no relacionamento interpessoal. Nesse sentido, um profissional que possui a auto-estima elevada é alguém que se motiva a crescer sempre.

A consciência e a auto-estima, se aliadas à iniciativa, formam a personalidade de uma pessoa motivada. Isso porque a iniciativa – o ímpeto para tomar atitudes, a criatividade para ter novas idéias, a coragem para conquistar o espaço que lhe cabe – é a força motriz para impulsionar seu aperfeiçoamento. Primordialmente porque, quem é auto-motivado, não desiste nunca, não dá desculpas esfarrapadas, não cria empecilhos para seu crescimento.

Consciência mais auto-estima mais iniciativa, com esses vetores, uma pessoa pode motivar a si mesma, para progredir. Mas, lembre-se que tudo isso só faz sentido se você tiver um foco, uma meta, um objetivo. Nessa plenitude, você realmente verá motivos para alcançar o sucesso. Você é quem deve ser capaz de ver os reais motivos para buscar o seu sucesso.

Por Reinaldo Passadori (especialista em comunicação verbal e diretor do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal; administrador de empresas com especialização em Recursos Humanos; autor do livro “Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes” – Editora Gente)Fonte: Gestão RH (www.gestaoerh.com.br)

Precisamos nos superar

terça-feira, janeiro 20th, 2009
Concordo com o Professor Menegatti em gênero, número e grau. É comum que as pessoas desconheçam seu potencial criador e realizador em função de inseguranças, desconfianças e medos normalmente injustificados. Acredito piamente que é nosso dever fazermos sempre o nosso melhor com energia, foco e alegria. Cada dia é um dia e para que esse dia seja bom, só depende do nosso posicionamento diante da vida. Uns chamam de fé, outros de otimismo, outros simplesmente são assim… O importante é acreditarmos em nós mesmos, fazermos nosso melhor e seguirmos em frente.
Uma consultora durante toda a sua carreira teve a oportunidade de conversar com milhares de pessoas que desejavam ter sucesso. Detectou, depois de alguns anos, um problema em comum com a maioria das pessoas que não conseguiram atingir seus objetivos: o medo. As pessoas receiam perder a saúde e os entes queridos. Muitos homens e mulheres potencialmente grandes não se aventuram a realizar os seus sonhos, com medo do fracasso. Outros não conseguem lutar por suas aspirações, porque temem o sucesso, a responsabilidade e a cobrança que acompanham cada medida de sucesso.
A conseqüência disso? O potencial que está represado dentro de muitos seres humanos está sufocado. Não existe obstáculo exceto aquele de suas mentes. Não há limite no potencial humano, exceto aquele que a pessoa impõe a si mesma. Deus nos dotou de uma natureza ilimitada: “tudo é possível naquele que crê” – Marcos 9:23. Então tome essa responsabilidade para usar o que Deus armazenou dentro de você.

Pablo Casals é considerado um dos maiores violoncelistas do mundo. Aos 85 anos, continuou a levantar-se cedo e passava uma grande parte do dia praticando o seu violoncelo. Quando lhe perguntaram, durante uma entrevista, porque continuava praticar cinco horas por dia, Casals respondeu: “Penso que eu estou melhorando a cada dia”. Grandes mentes sabem que o que precisa ser feito nunca deve ser confundido com o que poderiam fazer.

Prof. Menegatti.