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Profissionais de confiança

segunda-feira, novembro 23rd, 2009

competencia-ii

Para que a relação seja sadia e produtiva, é necessário haver confiança, e essa passou a ser uma característica valorizada e imprescindível.

Confiar é prever:

  • Como será o comportamento de uma pessoa em determinada situação. Esta é a confiança nas atitudes.
  • A qualidade do trabalho que ela executará: confiança na técnica.


Isto acontece quando as empresas ou as pessoas entregam a funcionários ou a outras empresas responsabilidades, com a certeza de que serão cumpridas da maneira esperada.

Confiança nas atitudes: diz respeito a questões éticas, como por exemplo, a honestidade. É fundamental para as empresas terem certeza de que um profissional agirá de forma correta, e de acordo com os valores da organização, no relacionamento com todos.

Um empresário somente delegará a alguém a negociação com fornecedores, se confiar que tudo será feito de acordo com os interesses da empresa e não para a obtenção de benefícios próprios.

Já a confiança técnica está na crença das habilidades e conhecimentos que a pessoa terá para desempenhar uma tarefa de acordo com as expectativas.

Benefícios da confiança

O sucesso profissional depende do grau de confiança que merecemos. Além disto, este profissional:

  • Terá maiores oportunidades de realizar trabalhos interessantes e desafiadores;
  • Será mais respeitado;
  • Será mais bem recompensado;

A confiança precisa ser conquistada

Somente confiamos naqueles que já demonstraram serem merecedores, tanto em atitudes quanto tecnicamente. Cabe ao profissional demonstrar e construir um histórico que possibilite aos outros confiarem nele.

A confiança em atitudes, por ser de natureza moral, precisa ser construída e demonstrada nos menores detalhes. Nela não existe meio termo, “confiar um pouco” é desconfiar e, nesta situação, o relacionamento torna-se impossível.

Já na técnica, pode existir uma graduação de confiança. Determinados trabalhos e responsabilidades podem ser entregues para o funcionário A e outros somente para o funcionário B.

Profissões baseadas na confiança


De modo geral, são todas aquelas que se referem a serviços. Portanto, somente veremos o resultado após a entrega. Por exemplo, as que dependem de confiança: médico, advogado, dentista, farmacêutico, enfermeiro, etc.

Teste

A qualidade do seu trabalho merece confiança?


Faça uma auto-análise da qualidade o seu trabalho e, assim, você saberá se está construindo um histórico que permita ser merecedor de confiança.

Assinale com “x” a resposta mais provável para cada uma das situações abaixo:





Como fazer a contagem do exercício:

Some o número de “x” marcados em cada coluna e escreva o total embaixo.

Quanto mais “x” você tiver na coluna SEMPRE, mais próximo você está de merecer o título de profissional de confiança.

Quanto mais “x” você tiver nas colunas QUASE SEMPRE e RARAMENTE, mais precisará trabalhar para desenvolver sua qualidade pessoal e, conseqüentemente ser considerado de confiança.


“Os sentimentos verdadeiros se manifestam mais por atos do que por palavras”. (Shakespeare)

Américo José da Silva Filho é consultor do IDORT

Quer maior desempenho no trabalho? Confira 10 dicas

sexta-feira, novembro 13th, 2009

planejamento xadrez

Se você planeja suas atividades semanalmente, com certeza já deve ter deixado de cumprir algumas tarefas por razões circunstanciais ou urgentes, ou até mesmo por questões menos importantes.

Grande parte de nossas atividades é deixada de lado por motivos que estão diariamente em nosso ambiente de trabalho, como reuniões frequentes, ficar muito tempo na internet ou em redes sociais, interrupções dos colegas, não ter clareza e não ter foco das tarefas.

As 10 dicas

O consultor e especialista em administração de tempo, Christian Barbosa, destacou 10 dicas que evitam que haja queda de produtividade no trabalho. Confira:

  • E-mail: trabalhar com e-mail aberto aumenta a ansiedade e a sensação de mais atividades por fazer. O recomendado é definir períodos para checar as mensagens.
     
  • Clareza de atividades: ter certeza das atividades que deverão ser cumpridas faz com que seu tempo seja melhor utilizado.
     
  • Reunião: marque e participe de reuniões somente se for necessário. Se for preciso agendar uma, seja objetivo e defina anteriormente os pontos de discussão. O recomendado é que o tempo do encontro não ultrapasse duas horas.
     
  • Redes Sociais: trabalhar com elas abertas pode distrai-lo e diminuir seu ritmo de trabalho. O mais indicado é utilizar intervalos do dia ou o horário do almoço para acessá-las.
     
  • Energia: a falta de energia faz você se desconcentrar, por isso, se alimentar em horário regular ou praticar exercícios podem ajudar nesse problema. Caso não resolva, é recomendado procurar o auxílio de um médico.
     
  • Foco: a falta de foco pode ser percebida quando você não termina uma atividade e já inicia outra. Deixar o celular no silencioso e fechar outros softwares ajudarão a manter o foco.
     
  • Favoritos: se seu computador estiver cheio de páginas gravadas em seus favoritos, o ideal é que haja a instalação de um novo navegador. Dessa maneira, evita-se a tentação de navegar à toa na internet.
     
  • Programas de envios de mensagens instantâneas: algumas empresas autorizam esses programas, mas somente para contatos relacionados ao trabalho. Se você estiver muito ocupado, os status invisível ou offline são os mais indicados. Se estiver com as suas atividades em dia, mantenha a indicação de ausente ou ocupado.
     
  • Interrupções: para evitar que haja muitas interrupções enquanto você trabalha, preste atenção em como concede as informações e delega as atividades.
     
  • Tarefas imprevistas: se surgirem tarefas que não estavam previstas, convites inesperados e favores que irão atrapalhar, o mais indicado é que diga “não”, lembrando sempre de seu planejamento e de sua disponibilidade.

Como fazer amigos e influenciar pessoas

quinta-feira, outubro 29th, 2009

como_fazer_amigos_e_influenciar_pessoas

O livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” foi lançado em 1937 pelo escritor americano Dale Carnegie, palestrante especialista em relacionamentos pessoais. Já havia visto este livro em livrarias anteriormente, mas nunca me chamou a atenção, primeiro pelo título “Auto-Ajuda”, e segundo pela capa pouco atraente e antiquada.

No entanto, nos últimos meses vi diversas referências ao livro em blogs e podcasts, citando-o como leitura obrigatória para a vida pessoal e profissional. Inclusive o David Maister disse que se tratava do “melhor livro de negócios já escrito”. Resolvi então encarar o livro, e não me arrependi nem um segundo desta atitude.

O livro realmente tem um ar “ultrapassado”. Não só a parte gráfica, mas também vários textos que usam um linguajar da época e referências a empresas e pessoas que eram importantes no momento. Para o leitor, é importante não criar uma resistência nesta situação, já que o conteúdo é completamente aplicável no dia a dia.

A maior parte das sugestões de Carnegie são óbvias. No entanto, é exatamente no óbvio que costumamos pecar. Passando por tudo o que o autor recomenda, certamente você verá que não pratica vários princípios de relacionamento pessoal.

Importante também é não somente entender os conceitos, mas usá-los em seu dia a dia. Cada ponto tem aplicação direta em todos seus relacionamentos pessoais e profissionais, e a prática levará à facilidade no trato com as pessoas e abertura de oportunidades.

Segue a lista de sugestões de Carnegie, lembrando que isto de forma alguma substitui a leitura do livro. A verdadeira compreensão dos conceitos somente será obtida com as explicações detalhadas e diversos exemplos publicados.

Técnicas para Lidar com as Pessoas

- Não critique, não condene, não se queixe
- Aprecie honesta e sinceramente
- Desperte um forte desejo na outra pessoa

Seis Maneiras de Fazer As Pessoas Gostarem de Você

- Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa
- Sorria
- Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe em qualquer idioma
- Seja um bom ouvinte. Incentive as pessoas a falarem sobre elas mesmas
- Fale de coisas que interessem à outra pessoa
- Faça a outra pessoa sentir-se importante e faça-o com sinceridade

Como Conquistar as Pessoas a Pensarem de seu Modo

- A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a
- Respeite a opinião dos outros, nunca diga: “Você está enganado”
- Se estiver errado, reconheça o seu erro rápida e enfaticamente
- Comece de maneira amigável
- Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim” imediatamente
- Deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa
- Deixe que a outra pessoa sinta que idéia é dela
- Procure honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa
- Seja receptivo às idéias e desejos da outra pessoa
- Apele para os mais nobres motivos
- Dramatize as suas idéias
- Lance, com tato, um desafio

Princípios de Liderança

- Comece com um elogio ou uma apreciação sincera
- Chame a atenção para os erros das pessoas de maneira indireta
- Fale sobre os seus erros antes de criticar os das outras pessoas
- Faça perguntas ao invés de dar ordens diretas
- Permita que a pessoa salve o seu próprio prestígio
- Elogie o menor progresso e elogie todo o progresso. Seja sincero na sua apreciação e pródigo no seu elogio
- Proporcione à outra pessoa uma boa reputação para ela zelar

Profissionais não possuem habilidades críticas para século 21, mostra estudo

terça-feira, outubro 27th, 2009

mundo corporativo

Os profissionais da América Latina não possuem habilidades críticas para o século 21, na opinião dos empregadores. As empresas estão inseridas em um mercado globalizado e competitivo, fato que vem exigindo cada vez mais dos trabalhadores.

A constatação é de uma pesquisa realizada pela FedEX Express e pela Dell Inc., intitulada “Habilidades para competir: depois da educação secundária e a sustentabilidade empresarial na América Latina”, segundo a qual 97% dos pesquisados disseram que a globalização aumentou a necessidade por habilidades interpessoais.

Denominam-se habilidades interpessoais aquelas referentes ao pensamento crítico, à resolução de problemas e às habilidades para a vida cotidiana, importantes no dia-a-dia do trabalho para 76%, 73% e 72% dos entrevistados, respectivamente.

O estudo também mostrou que os alunos que hoje estão se formando nas faculdades, de maneira geral, não possuem essas competências comportamentais, o que é um fator prejudicial para a carreira.

Outras habilidades

Entretanto, especialmente para as pequenas empresas, o estudo mostrou que “habilidades específicas” como múltiplos idiomas, proficiência em tecnologia e ciências, engenharia e matemática ainda foram selecionadas como competências que serão importantes daqui a cinco anos.

“Para competir em uma força de trabalho global, latino-americanos devem desenvolver habilidades como pensamento crítico e resolução de problemas, além de conhecimentos tradicionais, como ciência e matemática”, explica o diretor-geral da Dell Brasil, Raymundo Peixoto.

O desafio para as empresas latino-americanas, para atender às demandas do novo ambiente de negócios global, reside no treinamento das pessoas em habilidades técnicas (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e interpessoais (pensamento crítico, resolução de problemas e habilidades para a vida).

Chefia insegura: poder, incompetência e agressividade andam juntos

sábado, outubro 24th, 2009

Existem os chefes sabotadores, que não permitem o crescimento de seus subordinados nem reconhecem suas potencialidades, não dando o valor merecido a eles. Muitas vezes, se utilizam de uma agressividade aberta ou velada.

Já ouviu essa história antes? Provavelmente sim, porque o enredo é comum. Não à toa, profissionais que se sentem injustiçados estão sempre a pensar nas causas das atitudes de seus gestores.

O palpite da maioria – de que falta competência e sobra insegurança – está correto. Prova disso são quatro pesquisas realizadas por Nathanael J. Fast, do Departamento de Gestão e Organização da University of Southern California, e Serena Chen, do Departamento de Psicologia da University of California, Berkeley.

O levantamento indicou que nada menos de 37% dos trabalhadores nos Estados Unidos, percentual que corresponde a 54 milhões de pessoas, têm sido agredidos emocionalmente – ou seja, têm sofrido com sabotagens, depreciação e até mesmo gritos – por seus chefes. A conclusão é de que poder e agressividade, estranhamente, caminham juntos, embora esta não seja regra geral, uma vez que 63% dos americanos não têm problemas com seus chefes.

Falta de confiança

As distorções, quando o assunto é liderança, estão calcadas na autopercepção dos chefes, com relação às suas próprias competências. Segundo os pesquisadores, quando se soma poder e insegurança, o resultado é agressividade, que, por sua vez, é consequência da necessidade do ser humano de defender seu ego.

Para se ter uma ideia, as pesquisas verificaram que inexistia agressividade ou sabotagem entre chefes confiantes na sua própria capacidade.

O fato é que o poder traz consigo a necessidade de o indivíduo se sentir competente, tanto para segurar sua posição hierárquica na empresa quanto para corresponder às expectativas inerentes às posições de chefia.

Este é o primeiro estudo que mostra que as vulnerabilidades a ameaças “psicológicas” dos profissionais aumentam quando estes ocupam posições de liderança, o que abre as portas para as ações agressivas, que visam à defesa do ego.
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Vender mais – o segredo está muito perto

quinta-feira, outubro 22nd, 2009

sabemos que altos salários não são suficientes para que todos estejam comprometidos e vestindo a mesma camisa

É significativo o fato de algumas empresas ainda não terem percebido que o seu diferencial está nas pessoas.

Instalações físicas, mobiliário e preços dos produtos, de uma maneira geral, seguem as tendências do mercado que, assim como a operação, são semelhantes em todo o canal.

Descobrir o motivo pelo qual algumas têm maior sucesso que outras é fundamental para que possamos conhecer as nossas falhas e os pontos de entrave em nosso desenvolvimento comercial.

Em todos os segmentos encontramos empresas similares, geograficamente próximas e com uma participação diferente no mercado. Algumas têm uma atuação tão expressiva, que simplesmente ofuscam suas vizinhas concorrentes e, se desviarmos os olhos para nossa própria atuação, certamente encontraremos algumas respostas dignas de reflexão.

Um dos primeiros itens que observo quando presto uma consultoria é o clima existente na empresa. Não é incomum a disputa interna e não a disputa pelo mercado. Recentemente, em um trabalho de reorganização de uma área comercial, a atividade principal foi colocar toda a equipe somando forças, em lugar do boicote generalizado que havia, não só entre o pessoal de vendas como também entre as diversas áreas entre si. Algumas vezes isto é o resultado de métodos anacrônicos de motivação ou despreparo dos gestores em lidar com pessoas.

Neste caso real, a empresa paga, em média, os melhores salários do setor, porém já há muito sabemos que altos salários não são suficientes para que todos estejam comprometidos e vestindo a mesma camisa. O nível salarial não está entre os principais itens na tarefa de reter talentos, porém pequenos gestos de reconhecimento são os alicerces necessários para todos os processos motivacionais.

Nas pequenas e médias empresas, que lutam diariamente para ocupar um lugar no mercado, alguns pontos devem ser observados, mas frequentemente são deixados para um segundo plano, ou por desconhecimento, ou por necessidade de atender outros itens que aparentemente exigem atenção imediata, deixando de tomar ações que colaborariam para uma operação menos conflitante e mais eficaz.

Normalmente, nesse tipo de empresa, os gestores não colocam como meta urgente o estabelecimento da qualidade de vida no trabalho, além de não avaliar corretamente as relações entre capital e trabalho.

Assim como no esporte, todas as equipes da empresa necessitam de muito treinamento e entrosamento e o RH tem função estratégica, fazendo com que a pessoa certa esteja na função certa e fazendo tudo certo e com ações que façam parte de um plano estratégico maior que deve ser muito bem elaborado, principalmente neste período pós crise, onde as oportunidades de alavancar crescimento e implantar novos projetos estão bem presentes.

*Cleyson Dellcorso Clayson Dellcorso é consultor e escreve mensalmente no Reseller Web | Cleyson Dellcorso – cleyson@dellcorso.com.br

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Motivação P, M e G – Recuperando o Astral em Momentos Difíceis

terça-feira, outubro 20th, 2009

Economias, empresas e carreiras sempre estarão sujeitas a altos e baixos, surpresas agradáveis e desastres, sucessos e fracassos.

E quanto maior o baque ou a incerteza , maior a necessidade de se recorrer a emoções positivas para dar conta do recado.

Falo da motivação – a ferramenta emocional mais importante para garantir o sucesso das empresas e carreiras. Como mantê-la nos piores momentos, e assim evitar ser derrubado pelos golpes?

Longe de mim criar uma fórmula – as emoções humanas são muito complexas para tal. A intenção é compartilhar um conceito que criei e que vêm ajudando pessoas e empresas a atuar construtivamente.

Imagine três tamanhos para a motivação: o P, o M e o G. Isso mesmo, pequeno, médio e grande.

A motivação pequena se origina nos pequenos prazeres: uma conversa no cafezinho, um elogio, uma tarefa encerrada.

Metas, promoções e projetos geram motivações médias. Eles até podem parecer suficientemente grandes antes de acontecerem, mas tendem a perder o peso emocional quando atingidas.

A grande motivação está atrelada ao sonho de vida e às contribuições que podemos dar ao planeta.

Quando os fatores externos são desfavoráveis, a motivação de tamanho médio é a mais abalada: é mais difícil atingir objetivos pessoais e profissionais e muitos deles precisam ser repensados. Além do mais, ampliam-se as possibilidades de golpes duros como demissões e perdas financeiras.

Infelizmente, quando é difícil atingir a motivação média, as pessoas tendem a se esquecer da pequena e do grande. Justamente quando ela se torna mais importante.

Minha atuação nas empresas leva ao seguinte:

Investir na motivação P – dedicar mais atenção às pequenas alegrias do dia a dia que continuam acontecendo, como o sorriso dos filhos e à busca de novos prazeres, como a leitura de um bom livro .

Tenho observado que quando uma empresa está com problemas, líderes e equipes abandonam a motivação P. Por exemplo, deixam de fazer elogios, de bater papo no cafezinho, de considerar idéias. Cuidado! Além da perda das próprias idéias, as pessoas perdem componentes de um alimento motivacional fundamental neste momento.

Reforçar a motivação G – mesmo quem tiver que adiar seu sonho, não deve abandoná-lo. Este é a situação na qual a crise pode se tornar oportunidade e as dificuldades se transformam em atalhos

Meu trabalho, portanto tem sido não só reconstruir visões, mas adapta-las ao momento e fortalece-las .

É também o momento para que se pense construtivamente nos problemas que o planeta enfrenta e nas soluções a serem encontradas. Assim, é hora de alinhar a missão da empresa com a sustentabilidade .

Diminuir o apego à motivação M – é possível que as coisas não estejam mesmo tão bem em determinadas épocas da vida. Hora de rediscutir projetos e negociar metas. Sem drama.

O passo seguinte é o planos de ações que cada empresa, equipe e pessoa deve realizar para administrar os três tamanhos da motivação. Dessa vez, sob medida.

* Gisela Kassoy – Especialista em Criatividade e Inovação, realiza seminários e palestras e coordena grupos e programas de idéias.

Você é resistente emocionalmente?

segunda-feira, outubro 19th, 2009

Certa vez Bill Gates disse que a única coisa que ele ficava triste com relação ao futuro dos seus filhos, era que ele não podia deixar de herança uma infância pobre para eles

Por que será que o homem mais rico do mundo faz uma declaração dessas? Porque ele sabe que quem foi pobre conhece uma coisa básica na vida: Os problemas não matam! E isso é uma enorme vantagem competitiva.

Adversidade

Quem já foi atingido por uma adversidade extrema sabe que nunca mais será o mesmo. Por exemplo, que perdeu um ente querido, passou por uma enchente que levou tudo, um acidente, uma falência empresarial ou nos relacionamentos. Alguns se tornam amargos e tristes outros ressurgem mais fortes e melhores. As crises podem nos transformar em vítimas ou em valentes sobreviventes.

Dificuldade

Todo mundo passa por dificuldades. A maneira como reagimos às dificuldades e como lidamos com elas é que faz a diferença. Em maior ou menor escala, estamos sujeitos a mudanças inesperadas, rupturas, surpresas e às dores da vida. Podemos lidar com elas com flexibilidade ou com tensão. A escolha é nossa. Isso é ter Resiliência !

Eu quero uma pra viver

Esse termo que quer dizer a capacidade de reverter uma situação, de usar a força contrária de um evento a seu favor, de recuperar – se de diante de quedas, uma força interna para se restabelecer de pequenos ou grandes reveses. é um termo que vem sendo usado com freqüência nas empresas.

Minha história

Quero compartilhar a minha caminhada desde o vilarejo que nasci até a construção do meu conhecimento. Meus pais professavam uma fé religiosa extremamente rígida, calcada no fundamentalismo protestante, e nós, os filhos, fomos criados tendo essa arraigada convicção como pano de fundo. Sou o sexto filho de uma família de dez irmãos que viviam com um salário mínimo, como colonos em uma fazenda, situada próxima a um vilarejo chamado Monte Carlo, no oeste catarinense. Na década de 1960, a região tinha pouco mais de 50 famílias, sobrevivendo da extração do pinheiro araucária em torno de uma serraria.

Uma história comum, igual à de milhões de brasileiros, pois o Brasil era um país agrícola que se urbanizou após a década de 60 do século XX, e todo mundo ficou com um pé na roça e outro na cidade. Fomos educados dentro dos estreitos limites dessa rigidez de visão e sob mão forte. Foi à maneira que meus pais encontraram para criar dez filhos, como, aliás, era costume na época. Além dessa vida difícil, árdua, trabalhosa, exigindo ingentes esforços, outro fantasma rondava teimosamente à minha volta, assustador, temível: a minha inibição natural, uma timidez renitente. Um legado do tipo de orientação familiar a que fora submetido e dos rigores da casa religiosa que freqüentava. Assim, fui moldado como um tipo acanhado, voltado para mim mesmo, fechado como uma ostra aprisionada dentro da concha.

Minha decisão

Diante de tudo resolvi que deveria escrever minha história pelas minhas próprias mãos. Do limão fiz uma limonada, da pobreza fiz a mola propulsora para construir uma biografia que eu pudesse me orgulhar dela . Isto é para ilustrar que nós seremos o que decidirmos ser.

E você?

O que o mercado mais quer é profissionais que tenham resistência a frustrações, musculatura emocional para lidar com os reveses do mercado. O que vens fazendo para lidar com as frustrações em sua carreira e sua vida ?

Jamil Albuquerque é Terapeuta Comportamental, Urbanista, Economista, Administrador de Empresas, Pós graduado em Marketing, Escritor, especialista em Gerenciamento de cidades e Psicolingüística pela Fundação Napoleon Hill Tecnology (EUA).

A vida como ela é: 10 verdades sobre o mundo corporativo que ninguém fala

terça-feira, janeiro 27th, 2009

SÃO PAULO – O mercado de trabalho não é perfeito. Ele não é formado por pessoas boazinhas, chefes puritanos ou empresas que colocam seus valores acima do lucro. Nesta reportagem, o coach Ricardo Melo fala sobre dez verdades acerca do mundo corporativo que ninguém quer falar.

Após descortinar esses mitos, faça o possível para não ser ingênuo e cair em armadilhas. Pode ser difícil ter de olhar os fatos sob diversos prismas, mas o exercício é necessário. Enxergue o mundo corporativo como um jogo: quem não se interessar pelas estratégias alheias perde!
Saiba que não é o caso de ficar paranóico e descrente. O mercado ainda resguarda bons lugares para trabalhar, com líderes preparados. Além disso, é no trabalho que muitas pessoas conhecem grandes amigos, por isso não tenha medo de confiar em quem julgar que pode confiar. Apenas, com as dicas desta reportagem, fique mais atento.

As dez verdades

O mercado quer gente inovadora: Você acabou de ser contratado e está cheio de idéias para melhorar os processos na empresa. Cuidado! Embora o mercado valorize muito a inovação no discurso, na prática, não raro, se observa exatamente o contrário: muitas pessoas nesta empresa podem ser conservadoras, o que significa que não querem arriscar e mudar. “Dependendo da cultura da empresa, se você chega com muitas idéias, acaba assustando! Há chefes que são abertos, mas desde que suas idéias não choquem com as dele”, diz o coach. Além disso, seja cauteloso ao fazer uma sugestão: sem querer, você pode acabar expondo a incompetência de um colega ou chefe!

Com talento e competência se consegue tudo: Competência é fundamental, a não ser que você seja filho do dono da empresa. O problema é que ser competente e talentoso não garante seu sucesso. “É preciso saber aparecer, saber fazer marketing pessoal. Não adianta ter um tesouro que ninguém sabe que existe, porque está escondido no fundo do mar”, afirma Melo. E o pior é que, segundo ele, há muitos chefes que escondem os talentos sob sua sombra, porque temem que alguém melhor ocupe seu lugar. Mas esse tipo de chefe acaba dando um tiro no pé, porque as melhores pessoas de sua equipe acabam indo embora.

Chefes sempre querem o bem de seus subordinados: Não é bem assim. Existem ótimos líderes por aí, mas também existem pessoas despreparadas em cargos altos. “Via de regra, antes de pensar nos outros, os chefes pensam em si. Alguns não pensam nem mesmo na empresa, somente querem saber de salvar a própria pele”, diz Melo. Moral da história: tenha cuidado para não se iludir e acabar frustrado!

Sempre recebe aumento quem merece: Para Melo, esse é o mito dos mitos. Não é assim. Muitas vezes, você se esforça ao máximo, dá seu melhor e, no fim, outra pessoa acaba levando os méritos. Acontece. Outras vezes, seu chefe simplesmente não tem muita afinidade com você e acaba não se esforçando para que você receba o merecido aumento. São muitas as variáveis envolvidas.

Quem é promovido precisa provar que merece o posto: Há quem seja promovido e, na ânsia de provar que merece o posto, acabe se transformando. O problema é que uma hora a máscara cai. “Se você é competente, não precisa provar que mereceu a promoção. Apenas dê continuidade ao bom trabalho. O profissional que finge ser quem não é mostra insegurança”.

A avaliação de desempenho está sempre certa: Nem sempre. Depende do contexto no qual ela foi realizada e da percepção que as pessoas têm de você, que pode ser equivocada. “O feedback pode ser útil, mas ele deve ser interpretado”, garante o coach.

É bom ter amigos na empresa: A frase está correta, desde que você não misture as coisas e acabe colocando seu emprego em risco. Por exemplo: um amigo seu foi promovido. Será que você não se achará no direito de faltar no trabalho, já que seu novo chefe é seu amigo e entenderá? “Amizade é bom ter em qualquer lugar, é uma das melhores coisas da vida. Mas não confunda o pessoal com o profissional!”.

O RH é o melhor amigo dos funcionários: Há profissionais que, quando têm qualquer problema, correm para o departamento de Recursos Humanos, como se nele houvesse um confessionário. Mas será que se pode confiar cegamente no RH? “Existem pessoas sérias no ramo de Recursos Humanos, humanizadas, que de fato estão lá para ajudar os funcionários e lutar por eles. A questão é que também existem pessoas que se utilizam de sua posição para detectar falhas da empresa e dos funcionários. Como resultado, em um programa de demissão, alguém pode acabar sendo dispensado sem entender o motivo. Por isso eu digo: se está com um problema com a empresa, tente conversar com amigos, consultores, coaches”, diz Melo.

Férias de 30 dias é tudo de bom: Cuidado! Dependendo da empresa e da situação pela qual ela passa, você pode ter uma surpresa ao voltar para o trabalho. Outra pessoa poderá estar ocupando seu posto. “No mundo atual, 30 dias acabam sendo muito tempo, a não ser que tenha absoluta segurança no emprego. Mas dizer que não existe perigo nenhum quando alguém tira férias de 30 dias é relativo”.

É ruim errar: Algumas empresas cultivam essa cultura do medo; quando alguém erra, é rapidamente julgado e, muitas vezes, punido. Mas a verdade é que a questão não é o erro em si, mas a relação que se cria com o erro. O velho ditado “todo mundo erra” é verdadeiro. No fim das contas, garante Melo, errar acaba sendo bom, pois o profissional tem a oportunidade de aprender com uma situação difícil. “Ninguém deve buscar o erro. Mas o fato é que Napoleão Bonaparte perdeu a guerra porque nunca havia perdido uma batalha”, finaliza Ricardo Melo.

Por Karin Sato

Valorize-se!

quinta-feira, dezembro 18th, 2008

Hoje o título do post é auto-explicatório. Assista, aprenda e siga em frente!